Relacionamentos Maduros

Leitura de Sábado, 02 Novembro 2019
John Main, OSB

John Main OSB, extraído de “Mature Relationships” no livro THE HUNGER FOR DEPTH AND MEANING, editado por Peter Ng (Cingapura: Medio Media, 2007), pg 141. 

A meditação é um caminho para relacionamentos humanos maduros, relacionamentos que nos permitem um real regozijo no ser de outra pessoa, sem nenhum desejo de possuir ou controlar, mas simplesmente conhecer o outro tal como ele ou ela é, e se deleitar nesse conhecimento. O mesmo se dá com Deus. Não começamos por assediar ou bombardear Deus com palavras, para exigir atenção ou revelação em nossos próprios termos. Na simplicidade de nossa meditação, na simplicidade de nossa humilde repetição do mantra, só buscamos estar com Deus e ser para Ele...

À medida que repetimos nosso mantra, deixamos para trás nossos pensamentos, planos, ideias e imaginação; aprendemos o valor da renúncia, da não-possessividade. Deixamos para trás nossas próprias imagens do ser. Deixamos para trás nossos desejos. Deixamos para trás nossos medos e nossa própria autoconsciência. Isso nos capacita a entrar em comunhão com o outro, e com outras pessoas, no mais profundo nível de realidade.

original em inglês:

An excerpt from John Main, “Mature Relationships” in THE HUNGER FOR DEPTH AND MEANING: Learning to Meditate with John Main, ed. by Peter Ng (Singapore: Medio Media, 2007), pp. 141-42.

Meditation is a way to mature human relationships, relationships that enable us to really rejoice in the being of another, with no wish to possess or control them, but simply to know the other as he or she is, and to delight in that knowing. And it is the same with God. We don’t set out to harass or bombard God with words, to demand notice or revelation on our own terms. In the simplicity of our meditation, in the simplicity of our humble repetition of the mantra, we seek solely to be with and for God. . . . 

 

As we say our mantra, we let go of our thoughts and plans and ideas and imaginings; we learn the value of renunciation, of non-possessiveness. We let go of our own images of self. We let go of our desires. We let go of our fears and of our own self-consciousness. This enables us to enter into communion with the other, and with others, at the deepest level of reality.